2026: o futuro imaginado há quase 100 anos
Quando o filme estreou, este futuro situava-se cerca de um século à frente. A cidade imaginada por Lang é uma megametrópole futurista dominada por arranha-céus, máquinas gigantes e uma sociedade profundamente dividida: enquanto a elite vive na superfície, rodeada de luxo e jardins, os trabalhadores permanecem no subsolo a operar as máquinas que mantêm a cidade a funcionar.
Mais do que um filme de ficção científica, Metropolis é também uma poderosa reflexão sobre tecnologia, progresso e desigualdade social — temas que continuam muito atuais.
Quase cem anos depois, é curioso perceber como o cinema conseguiu imaginar o futuro e, ao mesmo tempo, levantar questões que ainda hoje nos fazem pensar sobre a relação entre humanidade, trabalho e tecnologia.
Rever Metropolis hoje é também uma forma de olhar para o presente através da imaginação do passado.
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